segunda-feira, 30 de março de 2009

Desisti

Das inconsistências e incoerências do Blogger.

Agora, o Caderno de Escritura pode ser encontrado neste "rincón":>www.cadernodeescritura.wordpress.com

Meu amigo RR já tinha me sugerido, eu que fui cabeça dura.

Psicodelia

Há várias formas de entrar num transe psicodélico. Há drogas sintéticas e naturais, há meditação, há mantras, danças especiais, quadros, etc, etc.

E há fazer a revisão de um livro de 160 páginas em um único dia. E quando acaba, ainda caminhar uma hora no parque ouvindo isso:



Putz, a Grace Slick não era o máximo? Para mim, Jefferson Airplane é a maior banda psicodélica de todos os tempos.

sexta-feira, 27 de março de 2009

E terminei a tradução

Agora vem a parte mais chata: a 1ª revisão. Comparando o traduzido com o original. O livro é interessante. Nunca imaginei um ex-mafioso, ainda mais dando conselhos empresariais.

Semana que vem será dedicada exclusivamente à monografia e depois da viagem começo a tradução do El Mundo.

Também depois da viagem vou começar um blog "editorial", depois explico melhor.

E o regime

Continua com tudo. Uma coisa boa da primeira semana é que percebi que comia por impulso ou gula mesmo. Agora estou evitando 100% das mastigadas entre refeições. Nos primeiros dias, isso era complicado. Sentia fome. Tava sempre pensando em comer algo (em todos os casos, calórico).

Depois de uma semana, isso mudou. Não sinto tanta fome. E quando sinto, vou direto para as frutas. Cortei tudo que tinha açúcar. Estou almoçando basicamente salada com umas tiras de frango. Hoje, comi uma milanesa pequena e mais salada (só que a milanesa estava tão ruim, nunca mais volto naquele lugar).

Fora a caminhada. Longas. Ontem foram 5,5 km em 1h15. Sei que estou puxando, mas vou perder esses 30 kg a mais. A barriga está com uma circunferência completamente barrical: 114cm. Se fosse na bunda, eu ganharia um monte de dinheiro, competindo com as mulheres-frutas. Mas não é.

Então, vamos caminhar e fechar a boca. Se chegar a 70 kg até 2010, estou feliz. Também não quero morrer tentando!

Assumindo-me como lunfardista

Lunfardo é gíria. Hoje em dia, qualquer gíria argentina é chamada de lunfardo. Não foi assim no passado. Nascido no final do século XIX, o lunfardo era a fala típica dos bandidos. Nasceu nas prisões locais e baseia-se na sintaxe espanhola, mas incorporou muitas palavras estrangeiras. Principalmente italianas, claro, mas até portuguesas.

"Bondi" que quer dizer ônibus, é uma palavra portuguesa adaptada. Nessa época, os estrangeiros eram 50% da cidade, por isso a mistura. Depois, o lunfardo saiu dos bordéis e cortiços, da zona pobre (aqui chamada de arrabal) e ganhou a zona norte, os lugares mais chiques e de classe média. Como? Através do tango. Muitos tangos incorporaram o lunfardo. Alguns são incompreensíveis até para nativos.

A partir do tango, o lunfardo deixou de ser uma linguagem marginal e se tornou uma característica dos argentinos. Mas mudou de caráter, claro. Não é mais uma mistura de palavras estrangeiras, nem tem o objetivo de criar uma forma de comunicação incompreensível para os "otários".

Como sei tudo isso? Ontem, passei a tarde na Academia Porteña del Lunfardo, pesquisando para minha monografia. E escolhi o tango El Ciruja para traduzir e analisar. Com o avanço, vou postando mais novidades aqui. O melhor foi tomar café com dois acadêmicos, sendo que um deles, de 92 anos, é considerado o maior pesquisador do lunfardo, com mais de 20 livros escritos (eu saí com dois embaixo do braço).

Dou mais uma chance

Para o blogspot, senão me mudo de posts e comentários para o Wordpress.

E para melhorar o meu humor, fui mudar o computador de lugar e deixei cair o mouse, que parou de funcionar. Bonito, isso!

quinta-feira, 26 de março de 2009

Blogspot dando problemas

Ontem, tentei atualizar o blog e o serviço do Google estava fora do ar. Desisti porque estava ultra cansado (separado, junto, com hífen?). Hoje, de novo. Mas forcei a barra e consegui entrar.

Fiquei imaginando se, com essa crise, os serviços de internet que tanto nos viciamos começam a fechar, como os blogs. Afinal, que dinheiro esses caras ganham com esse serviço? Como seria o mundo se voltássemos aos anos 80?

Em vez de blog, as pessoas andariam com cadernos, escrevendo seus "posts". Claro que não teria graça, já que outras pessoas não leriam. Mas uma solução seria fazer cópias e espalhar pelo seu bairro. Um ponto realmente importante é o espaço em branco ao final do post para os "comentários". Eu sugiro até que se organizem "pontos de leitura" em vários lugares, como faculades, colégios, parques e shopping centers. Certo, de vez em quando, o "blogueiro de papel" teria de fazer uma ronda para ler e responder comentáiros, mas ele pode aproveitar quando vai "atualizar" seu blog.

Como avisar que seu blog está atualizado? Como seria o RSS de um mundo sem internet? Não vejo melhor solução do que o velho e bom telefone. É só ligar para seus amigos (você pode colocar uma lista ao lado do seu blog, para pessoas que quiserem ser avisadas) e até dar um preview do assunto.

Outra forma interessante de "involução" dos blogs em um mundo sem internet, seria a criação de ágoras como na Grécia antiga. Você faria as atualizações de seu blog ali mesmo, ao vivo, falando. Quem estivesse ouvindo (você poderia marcar hora com seus amigos e "followers"), já poderia fazer os comentários na lata. Aposto que ali, frente a frente, não haveria mais flame war, nem trolls.

Outra questão, resolvida mais razoavelmente seria a do twitter e de todos os microblogs. A salvação seria, nada mais, nada menos do que o Post-It. Sim, isso mesmo. O espaço do post-it é perfeito para conter frases com 140 caracteres (sendo que, na minha opinião, isso poderia ser uma regra não tão rígida). E toda a cidade seria a twitosfera. Era só escrever tudo o que estivesse passando pela sua cabeça na hora, no momento que quisesse, onde estivesse, e colar na parede mais próxima.

O próximo que passar pode ler, retuitar (que pode ser tirar o post-it da parede aqui e levar para a esquina seguinte ou simplesmente copiar e colar onde quisesse). Também poderiam ser criadas paredes especiais para as hashtags. Uma parede do prédio aqui do lado, eu já peguei para ser a do #tamofudido.

Nem preciso falar que o IM seria substituído pelo... telefone. E o e-mail pela... como se chama mesmo... carta!!! Bem vindo ao fim da internet.

terça-feira, 24 de março de 2009

Por que viver na Argentina é melhor

Ouvi falar que já estão me chamando de vendido e de ter passado para o "lado inimigo". Não me incomoda, eu mesmo assumo isso. E dou motivos:

1- É muito mais barato.

2- Tem uma vida cultural mais interessante.

3- Não perco horas e dinheiro no trãnsito indo de um lugar para o outro.

4- O estilo musical nacional é o tango (e não o samba), e a modernização do estilo tradicional é o eletrotango (como Bajofondo) e não o pagode (como o Exaltasamba).

5- Há mais bandas de rock, de diferentes estilos e os guitarristas não são apagados por produtores musicais horríveis.

6- A comida é sensacional (mesmo estando de regime).

7- A literatura é muito superior.

8- O cinema é muito superior.

9- O espanhol é falado por muito mais gente, em mais países e isso serve para se conectar melhor com o mundo.

10- O técnico da seleção é o Maradona e eles têm o Messi. Nós temos o Dunga e... quem está na seleação mesmo?

Shows

No domingo, Peter Gabriel. Sensacional o show. Estávamos distantes, mas com a ajuda de binóculos, vimos tudo. O som estava magnífico, daqueles que o bumbo da bateria reflete no peito.

Tocou quase todas as minhas músicas favoritas (acho que faltou Monkey Business e Don't Give Up). Engraçado como o estádio estava lotado de velhinhos. Um programa familiar.

Ontem, emendamos com outro show, num ambiente muito mais intimista. O Notorious é um bar de jazz perto do centro. Também é loja de CD e restaurante. Fomos assistir a um trio liderado pelo pianista e trompetista Enrique Norris. Eu fiquei babando. Um jazz experimental muito bem tocado, Para sentir o estilo, os caras tocaram uma música do Sun Ra.

Ela não curtiu, seu gosto para jazz está mais para o fusion. Eu gosto de tradicional, estilo Gene Krupa e coisas experimentais. Mesmo assim, foi uma noite divertida.

Eu queria ir no show do Radiohead, apesar de não ser fã dos caras (além de Creep que todo mundo conhece, acho que ouvi umas outras duas). Mas o preço desanimou. E os outros shows. Por isso estou em casa.

30.000 lembranças

Hoje é feriado na Argentina. Aniversário do golpe militar de 1976. Aquele que matou milhares, torturou muitos mais e deixou 30.000 desaparecidos políticos.

E tem gente que defende os militares (felizmente o casal Kirchner acabou com a anistia dada por Alfonsín) dizendo que eles estavam "defendendo a democracia". Se custa tanto essa tal democracia, eu me pergunto se vale a pena.

Assim, meus posts vão em homenagem aos desaparecidos.

Caminhos de Buenos Aires 1

No blog da Viagem e Turismo comecei uma série de "ensaios fotográficos" pelos bairros da cidade. É uma forma de mostrar como vivem os portenhos, sair dos bairros turísticos comuns e (para mim) realmente conhecer lugares novos.

Como não tenho muita imaginação, resolvi fazer a coisa em ordem alfabética mesmo. Por isso, o primeiro bairro foi Agronomía. Ele tem esse porque ali está a faculdade dessa área. Aliás, metade do bairro é tomado por muita área verde, quase um parque gigantesco. No fim de semana, uma multidão vai tomar sol, andar de bicicleta e jogar futebol.

Outro marco importante do bairro é que ali morou Julio Cortázar quando viveu em Buenos Aires. E sua mãe até morrer. Um prédio muito charmoso numa parte do bairro que parece uma vila interiorana.

E vocês perguntam: onde estão as &/(% das fotos? Vão ser publicadas no blog da V&T daqui a alguns dias. Eu aviso.

sábado, 21 de março de 2009

moderno e primitivo


moderno e primitivo
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ritual


ritual
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descoberto


descoberto
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Direto de Buenos Aires

No blog (link à direita), escrevi um post pequeno sobre Cortázar - 25 anos da morte dele + publicação de um livro com contos inéditos - e sobre o Festival de Cine Independiente que começa na segunda-feira e vai até 5 de abril.

Também criei um usuário Twitter para o Direto de Buenos Aires, com dicas para quem já está aqui. Espero que funcione.

E sexta é noite de cinema, lembram? Bom, fomos assistir a "Quem quer ser milionário?". Legal, mas não é sensacional. Uma história de amor, por mais repetida que seja, é sempre interessante. Está no centro das preocupações do ser humano, por isso consegue nos mover e nos tocar.

Gostei de uma coisa: um filme com uma história bem não-americana ganhando o Oscar. Quem sabe o cinema não se internacionaliza mais como arte? Outra coisa que ficou bem evidente para mim: eu nunca poderia morar na Índia, se sofro de agorafobia em São Paulo, imagina andando pelas ruas de Mumbai? Eu teria ataques de pânico em cada esquina.

Música

Primeiro, meu amigo RG montou uma banda/projeto de um homem só: o TVM, ou Tablet Visual Music. Há uns 18 anos atrás, tocávamos juntos, eu na bateria; ele, na guitarra e vocal.

Acho que a banda chamada Psycho Drops durou 1,5 ou 2 anos, entre 90 e 92. Depois, nos separamos, ele gravou um disco e fomos nos reencontrar em 2002, mais ou menos. Nesse vídeo, o cara mostra uma técnica nova de tocar, com um tablet. Aqueles usados por designers do mundo todo. Detalhe, esse tablet é meu! O que dá coautoria nas músicas, evidentemente. Agora, com vocês: TVM.



E para completar o post musical, no domingo compramos ingressos para assistir ao show de Peter Gabriel. É um cara que eu sempre quis ver e perdi quando foi ao Brasil. E dessa vez vem tocar em vários países da América Latina, mas não incluiu nenhuma cidade brasileira.

E coloco aqui uma das músicas mais sensacionais dele:

Levantando informações

Na segunda, vou até a Casa de la Provincia de Chubut, para levantar informações sobre a região da Península Valdéz. Mas já descobri uma coisa chata: a época de avistamento de baleias é de junho a dezembro. Vamos ver se rolam uns pinguins e leões-marinho.

E essa viagem já me fará perder uma aula na Fundación Centro de Estudios Brasileños, que é um órgão vinculado à embaixada brasileira aqui. Basicamente dão cursos de português (foi onde Ela começou a estudar e conhecer a língua), mas há cursos de aprimoramente oral e escrito de espanhol para brasileiros. É o que vou fazer.

Por falar em embaixada, ainda não fui fazer nenhum trâmite lá. Mas como essa é uma boa desculpa para não precisar votar, deixa assim.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Começou a dieta

Em quanto tempo perco 30 quilos? Espero não demorar muito, mas também não pode ser muito rápido. A maratona de exercícios continua. Caminhadas todos os dias religiosamente.

Almoço ultra leve, janta mais ainda (sopa basicamente), merenda formada por frutas e chá. E estou com uma fome dos diabos.

Para mudar de assunto, segunda vamos ouvir jazz finalmente. O lugar é esse aqui: Notorious

Eles colocaram no ar a programação de março... no último dia 16! Como falei, aqui a internet não tem o peso que tem no Brasil.

Viveza Criolla

A tradução desse termo seria "malandragem brasileira". Viveza criolla é isso, os jeitinhos e as soluções que são encontradas frente a burocracias, a injustiças e a instituições que não funcionam ou são lentas demais.

Foi o que fiz ontem. Em vez de chegar no balcão da companhia aérea e dizer: "não tenho DNI (documento nacional de identificación), mas quero viajar para Trelew com a tarifa de argentino", falei: "já tenho todos os documentos - e mostrei até um visto permanente escrito e assinado pelo cônsul argentino no meu passaporte - menos o DNI e quero viajar com a tarifa de argentino".

Claro que deu certo. É o poder da positividade, algo que aprendi com todas as traduções de livros de autoajuda que já fiz. Nada de Gente Tóxica.

Assim que dia 6 embarco para Trelew, na minha primeira incursão à Patagônia. E já estou organizando o roteiro. Só não falo qual é a empresa porque vai que alguém de lá está lendo esse blog!

Depois, fomos bebemorar num pub ali na calle Reconquista. Que estava calma apesar de ser o centro da comemoração do "Día de San Patrício" aqui. Na noite de 17, havia centenas, talvez milhares de bêbados na região. Cerveja cara e nada de especial. Mas reencontrei com W que está por aqui com amigos. Como já contei, há anos não nos encontrávamos pessoalmente.

na cozinha


na cozinha
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Ontem

Ontem eu não postei nada. Felizmente, a rebelião que tomou conta de várias cidades do mundo por casua disso, conseguiu ser controlada. Ah, ninguém nem percebeu que eu não tinha postado? OK, tudo bem.

Eu já falei que adoro bibliotecas? Pois eu adoro. Uma das profissões que pensei seguir, em algum momento de minha vida, foi a bibliotecário. Ainda não é um sonho esquecido. Aqui em Buenos Aires, há um curso de 3 anos de Bibliotecologia (mais correto do que o Biblioteconomia brasileiro, não?) em plena Biblioteca Nacional. Ali do ladinho do grande prédio da Biblioteca de la Nación Argentina, está o Colegio de Bibliotecarios. Estou de olho.

Bom, tudo isso para dizer que passei uma ótima tarde na biblioteca da Academía Argentina de Letras. Um prédio pomposo e meio bagunçado no bairro de Palermo. Cheguei lá por indicação do MK, conheci um rapaz muito prestativo que me mostrou a biblioteca, me apresentou as senhoras responsáveis por todos aqueles livros.

Sentei-me e comecei a pesquisar, o ambiente era propício, só faltou o chá das cinco para completar o clima. Mas eu não encontrava nenhum material bom para minha monografia. Quando já passara várias horas e eu começava a pensar seriamente em deixar para lá (se não entregar a monografia, não ganho diploma, já estava aceitando esse infeliz destino), quando comecei a ler um artigo em uma revista da própria AAL. E não é que tive uma idéia? E boa, para contrariar o normal?

Bom, cheguei com um trabalho micado e saí com uma idéia decente. E pela minha pesquisa (sobre a nova idéia) tem muito material. Quando ela estiver bem desenvolvida, eu conto aqui. Viu como o ambiente das bibliotecas me faz bem?

terça-feira, 17 de março de 2009

Semana Santa

Já estou preparando minha viagem. Para esse lugar:



Para ter uma idéia de onde fica:



Ainda não é Ushuaia ou Tierra del Fuego, mas já é Patagônia. Foi triste ouvir minha mãe falando: "Ah, vocês não vêm para cá na Semana Santa?" Mas quero muito conhecer o sul.

Isso me fez conhecer uma coisa estranhíssima daqui. A Aerolíneas Argentinas têm passagens com valores diferenciados para quem é argentino e quem é estrangeiro. Uma clara discriminação! E a diferença não é pouca: 600 pesos para Ela e 1300 para mim, na passagem para Trelew. Amanhã vou a uma loja da Aerolíneas. Pode ser que um escândalo e uma ameaça de processo por discriminação não dê em nada, pode ser que funcione.

Vamos ver, a alternativa é encarar 19 horas de ônibus. 1300 pesos é muita sacanagem!

W está na cidade

Um conhecido dos tempos em que editava revistas de videogames (já se passaram 4 anos) e que há muito não vejo. Chegou no sábado, foi ao jogo no domingo, encheu a cara e perdeu a carteira com os documentos e dinheiro.

Amanhã vou me encontrar com ele.

Também vou encarar com responsabilidade minha monografia, consegui um contato dentro da Academia Argentina de Letras que vai me conseguir uns livros que me ajudarão a realizar minha pesquisa. Amanhã para a Academia! Mas sem o chá das cinco.

El Mundo

Livro de Juan José Millás, espanhol. Comecei a traduzir hoje para a editora P. Há tempos queria fazer um livro de ficção em espanhol. O último tinha sido o Boca de Lobo, em 2007.

Prazo: junho.

Tolerância alterada

Hoje foi o dia do resultado do teste. Não tenho diabetes, mas estou com minha tolerância a glicose alterada. Não muito também. O normal é 140 mg/dl e tenho 145.

Quando passa de 200 é porque já foi. É um bom momento de mudar de vida. Já parei de fumar, agora preciso perder peso, movimentar mais o corpo e ser feliz.

Hoje fiz um exercício muito interessante: caminhamos de manhã, uns 55 minutos no Parque Rivadavia. E depois, lá pelas 17h, eu subi a pé todo o meu edifício. Um excelente exercício aeróbico. Nem preciso falar que não cheguei ao fim.

Moro no 1º andar e cheguei ao 11º. Nada mais, nem um passo. Vamos aumentando aos poucos, um andar a mais por semana.